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Cinderela e os quatro cavaleiros; a guerra pelo coração da Hawon.

Cinderella e os quatro cavaleiros

 

 

 

 

 

 

Drama/dorama: Cinderela e os quatro cavaleiros ou Cinderella and the Four Knights

Ano de lançamento: 2016;

Elenco principal: Ahn Jaehyn, Jung IlWoo e Park Sodam.

 

Sinopse: 

Hawon vive como cinderela: sua mãe morreu quando era mais jovem, seu pai trabalha viajando e nunca está em casa e ela mora com a madrasta e sua filha, que só a tratam mal. A garota, ainda jovem, tem o desejo de realizar o sonho da mãe, que desejava que a filha fosse à faculdade, então ela tem diversos trabalhos e uma ficha bancaria, onde tenta juntar dinheiro suficiente para que possa pagar as aulas caras da careira que quer seguir, mas apesar de todos os esforços, nada parece estar dando certo para ela, até que um senhor rico à contrata, querendo que ela dê um jeito no comportamento de seus netos.

Minha avaliação (ps: pode conter spoiler):

Hawon é uma menina determinada, mas que algumas vezes faz umas coisas sem sentido. Mesmo antes de ela começar a “cuidar” dos netos desse senhor e conhecê-los formalmente, eles já cruzam sua vida, fazendo-a confusa. À todo momento do dorama é como se fosse uma guerra, para saber quem, ao final da luta, ficaria com o coração da tão bondosa Hawon. Tudo começa com Minhyuck, o personagem interpretado por Jaehyun. Desde o começo, baseado na forma com que ele a tratava e no jeito que ela reagia perante a isso, eu já tinha minhas duvidas de e eles seriam o casal definitivo. Normalmente, em doramas que os protagonistas não se dão bem, por mais que eles briguem diversas vezes, sempre irão haver brechas, onde mostram eles “caidinhos” por alguma coisa dita ou feita pelo outro, porém víamos pouco disso e não havia muito interesse, curiosidade ou instinto e proteção que se costuma ver.

Sempre senti pena do primo músico… o coitado passa o dorama todo na friend zone. Por mais que ele fosse uma pessoa legal e sempre tentasse agradar a Hawon, esse era o fato que mostrava que eles não passariam de amigos. Ele era uma pessoa muito agradável, que a todo momento só se prestava a fazê-la rir quando estavam juntos. Ele não a procurava. Não questionava se estava tudo bem, fora nos momentos que ele deveria aparecer. Ele tinha aquela aura de amigo que vai estar sempre livre se você precisar desabafar ou só jogar conversa fora enquanto jogam baralho. Entretanto, ele foi um bom personagem e totalmente necessário para a trama.

Agora, partindo para o primo “Eu decido minha vida, pois sou motoqueiro, roqueiro das trevas”, eu sempre vi ele como uma pessoa que tinha quase que a mesma personalidade da Hawon, por mais que ele fosse um tiquinho menos que ela em alguns casos. Os dois eram determinados, corajosos e sempre procuravam fazer o certo, sem esperar recompensa ou reconhecimento por isso. Eles apenas o faziam pois… era o certo! Eles sim, eram o casal imbatível.

No resumão, é um dorama besteirol, misturado com alguns romances e outras doses de “eu sou dono da minha vida”. Não é algo “uau”, de outro mundo, que todo mundo quer assistir pois quer saber como as coisas se desenrolam, porque boa parte já é prevista para um dorama de romance, porém, de vez em quando, te aparecem umas duvidas, curiosidades e ansiedades, pelo que vem á seguir, então você não para. O bom é que, por mais que a maioria dos cenários fossem sempre os mesmos, não eram sempre as mesmas coisas que aconteciam, repetindo informações. Cada vez tinha um motivo e um porquê. Por fim, é um dorama bom, que eu recomendo sim. (E sim, só são três primos, mas são quatro cavaleiros porque tem mais um, que apesar de não ser de sangue, está na família).

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